ONCE

sábado, 5 de julho de 2008

DEDICO AOS MEUS AMIGOS



Realmente ficar quieto é uma coisa que eu nunca soube fazer direito. Muito tempo pra fazer infinitas coisas significa pouco tempo para se fazer tudo o que se quer, principalmente se você gosta de coisas de naturezas opostas. Já toquei em banda de rock, o Abismo (que é aquele que você vê quando olha pra cima, no sítio, longe da luz da cidade), corri de motocicleta, pedalei pela cultura mineira, escalei montanhas, construí modelos, etc. Já mexi em caixa de marimbondo também. Mas de tudo o que a gente vive, ou consegue viver, o importante é que se construa amizades. Até mesmo alguns marimbondos ainda são mantidos no ciclo de amigos que nunca esquecemos. Talvez o mais vantajoso de se ter um pouco de experiência com cada uma das oportunidades que a vida nos apresenta é que lembramos de tudo com muita intensidade. E vou tocando minha flauta, fazendo meu caminho, ajuntando mais amigos aos que fizeram companhia até aqui.

2 comentários:

AnA (de Maceió) disse...

Paulinho, gosto de ler seus textos, ver suas obras...tudo muito lindo e pleno de emoção. Tava vendo aquela blusa de frio "mamãe montanha" que vc me deu e lembrei de Araxá...Já se vão 11 anos. Aqui não tem como usar a blusa mas ela tá guardada com muito carinho. Beijão e boa sorte.

A. Assis Filho disse...

Grande Fiote !!
Cara, temos muitas histórias junto com a grande turma da Mamae montanha.. Eu desenterrei uma daquelas camisas de nossos eventos e estou pedalando com a mesma.

No mais, queria mesmo aquela aquarela e a poesia que fez no Verdinho no reveillon de 2007.

Um grande abraço... Assis