ONCE

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011







Olho as tardes de verão, tentando enxergar no silêncio, conversando com a alma que grita para não ser abafada pela escuridão. Aqui, por entre as sombras, os anjos dormem. O vento parece não açoitar as palmeiras. Apenas o ruído do cavaleiro que chega. As frias tardes de verão.